Reportes, Proyectos y Estudios

A Brecha Digital na América Latina

Created on Thursday, 05 October 2017 Last Updated on Thursday, 05 October 2017 Published on Thursday, 05 October 2017
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LaBrechaDigital.org
Evelio Martinez
Tradução Washington Belo
 
O que é a brecha digital?
A Brecha Digital é um fenômeno que pode ser definido como “a separação que existe entre as pessoas (comunidades, Estados, países...) que utilizam as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) como uma parte integrante da sua vida cotidiana e aquelas que não têm acesso às mesmas, e ainda que mesmo que o tenham não saibam como utilizá-las”.
 
É possível dizer que a Brecha Digital não se aplica exclusivamente às condições de um país, mas também se aplica à comunidades, inclusive a nível individual. O termo separação ou brecha se refere ao nível de acesso que se tem às TIC. As TIC podem ser entendidas como todas as tecnologias de redes, telecomunicações e informática (telefone, televisão, rádio, internet, computadores, etc…) que de maneira direta ou indireta, influem em nosso nível de vida e educação.
 
Organizações que “medem” a Brecha DIgital
Ainda que seja impossível medir a Brecha Digital de uma forma numérica,
várias organizações internacionais se dão à tarefa de criar seus próprios índices e estatísticas anuais, para levar a conhecimento cifras sobre a maioria dos países do mundo.
 
Por exemplo, o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD) gera anualmente o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o qual utiliza a expectativa de vida ao nascer, taxa de alfabetização, matrícula escolar e o PIB (Produto Interno Bruto) per-capto de um país. Outro índice importante é o NRI (Network Readiness Index), é um índice anual gerado pelo Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum) o qual monitora a viabilidade de integrar os benefícios das TIC em um país em particular, destacando os principais obstáculos estruturais, institucionais e políticos em tais países.
 
A Brecha Digital na América Latina
Em relação à América Latina existem diversos estudos e estatísticas onde se menciona o crescimento da região, assim como alguns retrocessos em algumas áreas. A seguir mencionaremos alguns deles.
 
Segundo o último apontamento do Fórum Econômico Mundial, a região da América Latina e Caribe obteve notáveis melhoras nos que diz respeito a aceitação das TIC em cada um dos países. Ainda que não apareça nenhum país dentre os vinte primeiros lugares no apontamento do NRI de 2010 , há alguns países dentre os cinquenta primeiros: Barbados (38); Chile (39); Porto Rico(43); Uruguai (45); e Costa Rica (46). Quanto ao Brasil, o país subiu cinco lugares (ao 56), o México se mantém estável no lugar de número 78, e a Argentina caiu cinco lugares, para ocupar o lugar de número 96 no quadro de países do estudo.
 
Neste mesmo informe do Fórum Econômico Mundial, se menciona que a expansão da tecnologia móvel, tem sido muito importante, dando ênfase também a como esta tecnologia chegou a cobrir áreas remotas, comunidades e grupos sociais que anteriormente estavam excluídos das TIC. Em particular, a telefonia móvel tem contribuído para a redução da Brecha Digital, alcançando uma penetração de em média 90% da população da América Latina e Caribe. O rápido desenvolvimento do setor de telecomunicações na região durante os últimos vinte anos não seria possível sem a contribuição de políticas públicas que incentivaram a abertura de mercados, aumentando a competitividade e atraindo investidores de grande capital, medidas necessárias para criar e renovar a infraestrutura de telecomunicações, tudo isso graças às intervenções do capital privado.
 
Segundo um informe da CEPAL (Comissão Econômica Para a América Latina
e Caribe), em 2010, a América Latina e o Caribe foi a região onde mais cresceu a porcentagem de receptação e emissão de investimento estrangeiro direto no mundo. Isto traz consigo muito benefícios para a região em questão de investimento estrangeiro em todas as áreas da economia, em particular do setor de telecomunicações.
 
A chegada do Investimento Estrangeiro Direto (IED) aumentou em 40% em 2010 e totalizou 113 mil milhões de dólares, enquanto que as saídas quase se quadruplicaram e alcançaram as cifras recordes de 43 mil milhões de dólares.
 
Segundo o estudo do Índice de Desenvolvimento Humano, na América Latina e Caribe têm-se implantado programas de transferência condicionada de renda, como o Bolsa Escola e Bolsa Família no Brasil, Oportunidades no México e Chile Solidário no Chile, programas empenhados em incrementar a assistência escolar.
 
A região da América Latina e Caribe que por muito tempo abrigou a disparidade mais grave do mundo em matéria de ingressos e bens, hoje tem desenvolvido importantes avanços graças a mais gastos públicos e políticas sociais focalizadas.
 
No que diz respeito ao número de usuários de Internet, segundo o site Internet World Stats (http://www.internetworldstats.com), a região da América Latina é a que teve um maior crescimento de cibernautas nos últimos dez anos. Infelizmente se a penetração média da Internet for considerada um fator chave na análise do uso ao redor do mundo, a região é colocada dentre as últimas posições.
 
Segundo um estudo do site Tendenciasdigitales.com, Uruguai e Chile ocupam os primeiros lugares em penetração da internet, com 58%, seguido por Colômbia (50%), República Dominicana (41%), Brasil (38%), Venezuela (37%) e México (34%). Os últimos colocados em relação à penetração da Internet na região são El Salvador (14%) e Bolívia (12%).
 
Comparando essa penetração de usuários da Internet com outras regiões, veremos que o Reino Unido tem uma penetração de 83%, Alemanha de 80%, EUA e Japão têm um incremento de 78%. 
 
Conclusões
Ainda que tenha crescido o número de usuários da Internet na região da
América Latina e Caribe, a porcentagem de penetração no entanto é muito baixa, nada comparado com o que acontece com a telefonia móvel. Se as companhias de telecomunicações oferecessem melhores tarifas de acesso à Internet, a penetração média cresceria, isto é um fato. Porém, infelizmente na região existem monopólios e políticas reguladoras arcaicas que impedem a livre e leal concorrência entre os
provedores de serviço de Internet, trazendo consigo tarifas muito elevadas, que são impossíveis de ser pagas pela maioria da população da região. 
 
Este trabalho está licenciado sob uma Licença Creative Commons AtribuiçãoNãoComercial-CompartilhaIgual
3.0 Não Adaptada. Para ver uma cópia desta
licença, visite http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/.
Disponível originalmente em espanhol em:
<http://www.labrechadigital.org/labrecha/Articulos/la-brecha-digital-en-latinoamerica.html>
 
Tradução de Washington Belo, 2017

Tesis: La gestión del conocimiento en comunidades del mundo e-learning en educación 2.0

Created on Wednesday, 12 November 2014 Last Updated on Wednesday, 12 November 2014 Published on Wednesday, 12 November 2014
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Les presentamos la Tesis Doctoral de Gumecindo Pinto Devia con el título "La gestión del conocimiento en comunidades del mundo e-learning en educación 2.0".
Chile.
 
RESUMEN DE LA TESIS
La cultura y la educación latinoamericanas, desde su origen han recibido el impacto de
los países desarrollados en sus sistemas políticos, económicos, tecnológicos,
educacionales, religiosos, entre otros, en consecuencia, han asimilado los modelos, las
tendencias en su propuesta de sociedad. El advenimiento de las nuevas tecnologías
genera un relevante cambio de la cultura letrada a la cultura virtual, de la industria cultural
a la hiperindustria cultural, es una emergente problemática y cuestionamiento en el saber,
en las e-relaciones pedagógicas, en la construcción del conocimiento desde la edocencia
aplicada en los mundos virtuales y presenciales, en las redes sociales, en la
gestión del trabajo y en las formas de producción. 
 
La gestión del conocimiento en comunidades del mundo e-learning, explicita e internaliza
el siguiente objetivo general, “Realizar un viaje inmersivo hacia la generación de
conocimiento en comunidades de aprendizajes e-learning en la formación de profesores
de educación virtual, con el propósito de proporcionar e-books de contenidos curriculares
que fortalezca las competencias de los e-docentes.
La metodología aplicada en la investigación es con el sustento de la etnografía virtual,
se constituye el marco teórico, que contiene los planteamientos de destacados autores,
los cuales proporcionan una bibliografía y webgrafía de importantes pensamientos,
reflexiones y posturas hacia el mundo de la educación y sumado a la experiencia
profesional del candidato a doctor en la formación de académicos e-learning en el ámbito
nacional e internacional permiten, dimensionar la trascendencia y el significado de la
problemática, que tiene repercusiones diarias en los e-estudiantes que navegan en las
plataformas virtuales en busca de aprendizaje y de mejores posibilidades para su
desarrollo personal, profesional, institucional y familiar. 
 
La investigación aporta al desarrollo de la educación nacional e internacional desde el
ámbito de la formación por competencia, centrada en el saber, saber hacer, saber ser y saber estar, e-docencia, interacción, en la des territorialidad educativa que provoca la
metodología e-learning en comunidades virtuales. 
 
El proceso doctoral final proporcionará e-books con contenidos académicos para el
fortalecimiento docente, competencias, fundamento de educación, diseño, planificación,
desarrollo y estrategias evaluativas, con visiones de liderazgo, emprendimiento,
innovación y a las universidades un conocimiento base para el diseño e-curricular, que
ha sido aplicado en Chile, Bolivia y Centroamérica.
La motivación intrínseca y extrínseca de abordar esta investigación, son doce años
continuos de ejercer la e-docencia y el diseño curricular en el ámbito nacional e
internacional, el compromiso de compartir y mostrar a mis coetáneos que hay caminos
transitables hacia la construcción de una sociedad con más oportunidades de educación,
participativa, inclusiva y democrática, conciliando trabajo y educación.
 
Palabras clave: Etnografía virtual, e-learning, e-docencia, competencias,
estrategias metodológicas y evaluativas, educación 2.0, tutor, avatar.
 

Cómo investigan los adolecentes en el mundo digital

Created on Wednesday, 14 August 2013 Last Updated on Wednesday, 22 January 2014 Published on Wednesday, 14 August 2013
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Los maestros que enseñan a los más avanzados de los estudiantes de secundaria estadounidenses hacen veredictos mixtos sobre los hábitos de investigación de los estudiantes y el impacto de la tecnología en sus estudios.

Alrededor del 77% de colocación avanzada (AP) y el National Writing Project (NWP) de docentes encuestados dicen que el Internet y las herramientas de búsqueda digital han tenido un impacto "en su mayoría positivas" en el trabajo de investigación de sus estudiantes. Sin embargo, 87% dice que estas tecnologías están creando una "generación se distrae fácilmente con poca capacidad de atención" y el 64% dicen que la tecnología digital de hoy  "distraen más a los estudiantes que ayudarlos académicamente".

Según esta encuesta de profesores, realizada por el Centro de Investigación Pew Internet & American Life Project en colaboración con el College Board y el National Writing Project, el Internet ha abierto un amplio mundo de información para los estudiantes de hoy en día, sin embargo, la alfabetización digital de los estudiantes todavía tienen que ponerse al día.


Ver el documento completo de 115 páginas en idioma inglés (.pdf)

El estado de la banda ancha 2012: logrando la inclusión digital para todos

Created on Monday, 14 October 2013 Last Updated on Wednesday, 22 January 2014 Published on Monday, 14 October 2013
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La red Internet está cambiando. De banda estrecha a banda ancha, kilobits a Gigabits, de personas conectadas a cosas conectadas. La red está cambiando en velocidad, tamaño, escala y alcance. Nuestro futuro ultra-conectado estará construido sobre La Red de la Siguiente Generación( NGN), mientras abraza conceptos más amplios de inteligencia embebida, tráfico automática Máquina-Máquina y el "Internet de las cosas".

 
En nuestro mundo conactado del futuro, podremos disfrutar de conectividad de alta velocidad en movimiento, la itinerancia transparente entre las redes, adonde vayamos,
en cualquier lugar y en cualquier momento y a través de cualquier dispositivo. 
 
Hoy en día, el crecimiento estelar de la movilidad significa que muchas personas accederan a Internet a través de un dispositivo móvil. 
Como el precio de los teléfonos va en caida y su funcionalidad aumenta, pronto la gran mayoría de personas en el planeta tendrán en la mano un dispositivo con mayor
poder de procesamiento que los más potentes ordenadores de la década de 1980 (Banco Mundial , 2012). En 2011, el número de dispositivos conectados en red superado la población mundial.
 
En 2020, el número de dispositivos conectados potencialmente puede superar en número a las personas conectadas por seis a uno, transformando nuestro concepto de la Internet y la sociedad, para siempre. 
 
La Economía de Internet de hoy es grande y de rápido crecimiento En 2012, el Boston Consulting Group estima que el tamaño de la Economía de Internet en los países del G-20 son alrededor de $USD 2,300,000,000,000 o 4.1 % del PIB en 2010. Para el año 2016, esto podría casi duplicarse a $USD 4.2 millones de millones. 
 
En 2011, McKinsey estima que las cuentas de Internet serán de 3.4 % del PIB total y una quinta parte de todo el crecimiento del PIB en los países del G8 más cinco economías principales (República de Corea, Suecia , Brasil , China y la India -McKinsey Global Institute , 2013). 
 
Teniendo en cuenta los efectos indirectos de banda ancha podría impulsar aún más estas estimaciones, como la conectividad de banda ancha también se argumenta para impactar positivamente en la productividad del trabajo (por ejemplo, Booz & Company, 20094 ) y la creación de empleo (por ejemplo, Ericsson , Arthur D. Little, 20125 , Shapiro y Hassett , 20126).
 
UNESCO, ITU.
 

Vida Conectada: el impacto de la vida conectada dentro de los cinco años

Created on Wednesday, 24 April 2013 Last Updated on Wednesday, 22 January 2014 Published on Wednesday, 24 April 2013
Written by GSMA

Una nueva ola de Conectividad está en el horizonte, donde todos y todo a nuestro alrededor podrían beneficiarse de una conexión inalámbrica, de hecho, tener una. Estamos a punto de ver los automóviles conectados, edificios médicos, monitores, televisores, consolas de videojuegos y una amplia gama de productos electrodomésticos y electrónicos de consumo conectados.  Muchos de ellos estarán conectados sin cables y de forma inteligente, comunicándose e interactuándo uno con otro, creando así la vida conectada.

 
Este reporte dela GSMA aborda los siguientes temas:
1. El impacto de la vida conectada
2. mHealth: salvando vidas y dinero
3. mEducación: capacitando a las personas para un mejor futuro
4. mAutomovil: haciendo las calles más seguras y un mundo con menos hambre
5. Ciudades Inteligentes: las ciudades del mañana
 
Descargar reporte completo de 24 páginas en idioma inglés (3.3 MB).
www.pwc.in